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Velofly symbol

"Era noite, eu a vi com meus próprios olhos. O corpo brilhava como estrelas do céu mais escuro de Amazin, o canto de suas asas arrepiavam até os maiores e mais brutos guerreiros, seus olhos eram mais vermelhos que o puro rubi e sua cabeça... sua cabeça era mais parecida à um crânio que qualquer outra coisa!

O que era aquilo que eu via? Que tipo de ser era aquele? Quem era?Sim, sim, SIM! Era Necresta, a deusa do caos e da destruição, criadora da morte e da guerra!

Na fatídica noite que aqui descrevo, a deusa escolheu nossa tribo para destruir. Não sei o que fizemos de errado, talvez não tenhamos feito as oferendas corretamente ou talvez esquecemos de agradece-la por não ter triunfado sobre os nossos crânios antes, mas acredito que o fizemos. Com isso soubemos que a deusa apenas quis mostrar sua superioridade a nós, humanos.

BASTA! NÃO ACEITO MAIS TAMANHA CRUELDADE COM A NOSSA RAÇA! Peço desculpas aos deuses, porém tomarei uma atitude extremamente maluca. Minha missão será matar e banhar-me no sangue de Necresta. Com isso me tornarei o novo deus da morte.

Primeira etapa: Hoje terei que preparar-me para combater Necresta. Criarei uma armadura, pelo menos umas quinze lanças e alguma espécie de escudo. Por isso fui à caça de garras de Aerodactyl, o suficiente para montar as lanças. A tarefa não foi tão simples pelo motivo de ter de matá-los com apenas uma lança feita de pedra e meu único e melhor amigo, Boomky.

Passaram-se já 2 meses na busca e finalmente finalizei a busca e criei as lanças mais afiada de toda a região. Lanças feitas com cabos de árvores que encontrei no caminho e suas pontas com as garras dos Aerodactyl. Para o escudo, vou pegar a carcaça de um Kabuto, então terei o material necessário.

Embora seja complicado andar em meio a floresta de Amazin, é possível encontrar Kabuto andando livremente por aí. Encontrei um grupo de Kabuto perto de onde consegui a última garra de Aerodactyl, logo, não demorou tanto para o escudo ser feito. Se alguém esta lendo este meu relatório da missão, sim... EU ASSASSINEI UMA FAMÍLIA DE KABUTO.

Utilizei as carcaças dos filhotes para meu capacete e ombreiras, já as carcaças dos pais, foi uma para o escudo e a outra somente para servir como prato quando matar a deusa. Falta agora somente meu peitoral, pretendo fazê-lo a partir do peito de um Genescect. Por sorte essa espécie não era tão complicada de se encontrar. Finalizadas as ferramentas, chegou a hora da caça a deusa da morte!

Segunda etapa: Hoje iniciei a minha caça à Necresta, minha lógica seria primeiro ir até o local onde a avistei pela primeira vez, o local onde minha filha, minha doce filha foi brutalmente assassinada, diante de meus olhos, o sangue dela escorrendo sobre meus braços no momento em que eu a abraçava fortemente!

Cheguei ao local, Necresta já não se encontrava mais, contudo nitidamente via um rastro de sangue que, muito provavelmente, levaria-me até ela. Deixei-me levar por conclusões precipitadas... enquanto seguia o caminho percebi que acabava, e quanto mais eu seguia, mais sombria a floresta ficava.

Cheguei num ponto em que o rastro simplesmente acabou, essa é a parte da "conclusão precipitada", pois na verdade o rastro que segui não era o de Necresta, mas sim de uma colônia de Omastar. Fui forçado a mandar meu amigo Boomky para batalhar.

Estava perdendo a batalha, os Omastar eram muito mais fortes que Boomky, pobrezinho, tive que deixá-lo morrer sozinho se quisesse prosseguir com minha missão. Sem olhar para trás, corri, deixando-o para lutar até a morte.

Um ano se passou, eu já me sentia mais treinado, mais forte, mais poderoso, porém já estava perdendo as esperanças de encontrar aquele monstro!

Dias e noites se passaram e, desiludido e desanimado, sem amigos sem família, sem sonhos sem esperanças, como de costume, tudo que tem um começo tem um fim, assim como o meu. Decidi que se o único jeito de encontrar a deusa da MORTE seria dando o que ela quer, a minha morte...

Subi ao alto do monte Amazone, onde iria executar-me... Relutantemente, saltei sem olhar. E fui... logo após de pular reparei que, enquanto caía, um ser vinha do topo do monte descendo como um raio, soando a música que um dia ouvi, a tal música que fazia guerreiros tremerem, líderes fugirem e homens se esconderem, esse ser vinha em minha direção como se quisesse me devorar. Quanto mais ele descia melhor eu podia ver sua face, seus detalhes, seus... OLHOS! LÁ VINHA NECRESTA EM MINHA DIREÇÃO! A deusa por algum motivo agarrou em meu braço mordendo-o. Assim que ela o fez pensei que iria me devorar em queda livre, contudo, Necresta parecia me salvar da morte iminente; como se ainda não fosse minha hora.

Pousamos, como pode imaginar, não, não a matei, mas me tornei o deus da morte, pois agora eu a tinha como salvadora e minha amiga. Agora finalmente eu iniciava uma nova era... A ERA DE NECRESTA."
Velofly lenda

A lenda toda escrita em Unown

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